quarta-feira, dezembro 22, 2010

Muita saúde e paixão nestes últimos 9 dias de 2010 e em todo o 2011, pelo menos.

?!?!?!

... já disse ali no "assunto".

Beijos, abraços, cumprimentos em separado ou numa das 4 formas diferentes em que se podem combinar.

PS: se "olharmos" à ordem, são 12.

David Fernandes

quarta-feira, novembro 24, 2010

paradox.sou


Acaba de nascer um livro maravilhoso de Suzana Guimaraens ; fazem favor de o procurar, sim?

Podem começar por aqui e depois, ou antes, aqui e depois no papel para ter pertinho.

Vá!

Clube Literário do Porto, Poetria; não pode ser difícil.

terça-feira, fevereiro 09, 2010

Lentamente

ART now...!
Contra o stress multiplicador de posts irrelevantes da generalidade dos blogs, um com frequência ... mensal.

Para saborear lentamente: ART now...!

segunda-feira, fevereiro 08, 2010

Dúvida existencial!!!


Alguém me ajude a perceber o que se passa com o nosso Primeiro Ministro (*):

  1. está a precisar de óculos;
  2. nunca viu José Luis Peixoto nem sequer uma sua fotografia;
  3. não sabe quem é José Luis Peixoto.
(*) http://dn.sapo.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=1485257

segunda-feira, janeiro 25, 2010

França: as culpas do colonizador

Toussaint Louverture
"França: as culpas do colonizador

Muito antes da destruição provocada pelo sismo de 12 de Janeiro, o Haiti já era uma zona economicamente inviável, fragilizada por uma dívida com séculos de existência para com o seu antigo senhor colonial a França. Para os geólogos, a falha está entre as placas tectónicas da América do Norte e das Caraíbas. Para alguns, o terramoto é um sinal da ira de Deus. Vozes mais avisadas apontam para a série de déspotas que andam a saquear o país há anos. Mas, para muitos haitianos, a falha situa-se há 200 anos, directamente na França colonialista. (...)"

Ler mais (http://macua.blogs.com/moambique_para_todos)

sexta-feira, janeiro 15, 2010

...


Por outro lado

A ruína é grande
e a planície
como antes das estradas;
tudo escombros
e falta de vento.

A derrocada é total
a aparentar um genial princípio,
primordial génio;
o mar recua a acrescentar
terra salgada,
novos animais em final debate
e cascos de navios sem uso.

A remir velhos escritos,
como um pressentimento permanente,
o dia seria ímpar
sem os espaços
de janelas abertas,
                [desprevenidas,
perfeitamente intactos.

David Fernandes