quarta-feira, novembro 26, 2008

Caramba



Even if I am in love with you
All this to say, what's it to you?
Observe the blood, the rose tattoo
Of the fingerprints on me from you

Other evidence has shown
That you and I are still alone
We skirt around the danger zone
And don't talk about it later

Marlene watches from the wall
Her mocking smile says it all
As she records the rise and fall
Of every soldier passing

But the only soldier now is me
I'm fighting things I cannot see
I think it's called my destiny
That I am changing

Marlene on the wall

I walk to your house in the afternoon
By the butcher's shop with the sawdust strewn
"Don't give away the goods too soon"
Is what she might have told me

And I tried so hard to resist
When you held me in your handsome fist
And reminded me of the night we kissed
And of why I should be leaving

Marlene watches from the wall
Her mocking smile says it all
As she records the rise and fall
Of every man who's been here

But the only one here now is me
I'm fighting things I cannot see
I think it's called my destiny
That I am changing

Marlene on the wall

Suzanne Vega

quarta-feira, novembro 12, 2008

Leituras II


Interrompi a leitura do Ensaio sobre a Cegueira de José Saramago. Aconteceu-me o que já me tinha acontecido com a leitura do Ensaio sobre a Lucidez: irritação.

A maneira como se retrata o estado, o governo, o sistema de saúde - o poder enfim; a facilidade com que tudo aquilo se revela ser uma, até então insuspeitada, chusma de energúmenos é demais para o meu gosto.

Quanto àquilo em que o Homem é capaz de se tornar perante uma situação dramática e fora do seu controle já Júlio Cortázar em 1966 o tinha dito muito bem, em muito menos páginas e sem tiques políticos no pequeno conto La autopista del sur.

Qualquer dia recomeço se não tiver nada melhor para ler e entretanto vou ver o filme.