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paradox.sou

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Acaba de nascer um livro maravilhoso de Suzana Guimaraens ; fazem favor de o procurar, sim? Podem começar por aqui  e depois, ou antes, aqui  e depois no papel para ter pertinho. Vá! Clube Literário do Porto , Poetria ; não pode ser difícil.

A questão ...

aqui

Lentamente

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Contra o stress multiplicador de posts irrelevantes da generalidade dos blogs, um com frequência ... mensal. Para saborear lentamente: ART now...!

Dúvida existencial!!!

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Alguém me ajude a perceber o que se passa com o nosso Primeiro Ministro (*) : está a precisar de óculos; nunca viu José Luis Peixoto nem sequer uma sua fotografia; não sabe quem é José Luis Peixoto. (*) http://dn.sapo.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=1485257

França: as culpas do colonizador

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"França: as culpas do colonizador Muito antes da destruição provocada pelo sismo de 12 de Janeiro, o Haiti já era uma zona economicamente inviável, fragilizada por uma dívida com séculos de existência para com o seu antigo senhor colonial a França. Para os geólogos, a falha está entre as placas tectónicas da América do Norte e das Caraíbas. Para alguns, o terramoto é um sinal da ira de Deus. Vozes mais avisadas apontam para a série de déspotas que andam a saquear o país há anos. Mas, para muitos haitianos, a falha situa-se há 200 anos, directamente na França colonialista. (...)" Ler mais (http://macua.blogs.com/moambique_para_todos)

Dave Eggers' wish: Once Upon a School | Video on TED.com

Dave Eggers' wish: Once Upon a School Video on TED.com

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Por outro lado A ruína é grande e a planície como antes das estradas; tudo escombros e falta de vento. A derrocada é total a aparentar um genial princípio, primordial génio; o mar recua a acrescentar terra salgada, novos animais em final debate e cascos de navios sem uso. A remir velhos escritos, como um pressentimento permanente, o dia seria ímpar sem os espaços de janelas abertas,                 [desprevenidas, perfeitamente intactos. David Fernandes

A loucura!!!!!

51 horas e 32 minutos sem cigarros.

Leituras - O Chão que Ela Pisa by Salman Rushdie

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O Chão que Ela Pisa by Salman Rushdie My rating: 5 of 5 stars Quinhentas e tal páginas de letrinha miúda onde não há uma frase mal medida, uma palavra desnecessária. Muito cansativo, confesso. Numa breve "Nota biobibliográfica", Eduardo Prado Coelho, organizador da colecção que inclui este livro, diz: "Entre Oriente e Ocidente, da cosmopolita Bombaim dos anos 50, à vibrante Londres de cultura pop dos anos 60, até à vibrante Nova Iorque dos anos 90, O Chão que ela pisa (...) é um fresco da segunda metade do século XX e, simultaneamente, uma viagem pela permanência do mito nas sociedades contemporâneas". Exactamente; ressalto a ideia do "mito". O casal protagonista deste romance "épico" são duas estrelas da maior banda de rock do mundo: Ormus Cama e Vina Apsara. A criação, a inspiração, o comércio; a distância entre o artista e os seus seguidores; a loucura: tantos mundos. Inesquecível. View all my reviews >>

Lá vivemos o nosso "diazinho da democracia"

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Lá fomos nós exercer o nosso dever cívico e político, direito humano de alimentar o mito de que contamos para alguma coisa. No final de um dia de furacão: de gente e de papelada, chegam os resultados e as declarações generalizadas de vitória. O PS, o único partido a perder representação (só perde 20% dos votantes e deputados que teve em 2005 - um dos dedos de uma mão) é o grande vencedor do dia: "Uma vitória extraordinária", considera o seu líder. É só o princípio de mais 4 anos de pantomima.

E depois, tu

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Por uma força qualquer no arco das ramadas, aprendi a iludir a insónia com voltas muito certas de massa folhada ou bilros e a não deixar a fruta sucumbir. Por uma força qualquer no rigor da sombra, habituei-me ao desenho das rotundas e ao papel do vento nos relógios. Aceitei por fim uma certa forma de medir o sal, de pesar o medo, de não desconfiar do silêncio das portas ou da firmeza dos cabides. Havia uma regra, uma força qualquer no arco das ramadas e no rigor da sombra. E depois, tu. David Fernandes

Os livros da "Temas Originais" no Porto

No Porto, livrarias onde se poderão encontrar os livros desta editora Almedina Arrábida Shopping Praceta Henrique Moreira, 244 - Afurada 4400-475 V.N. Gaia Fnac Santa Catarina Edifício Palladium Rua Santa Catarina, 73 4000-449 Porto Index Livraria Rua D. Manuel II, 320 r/c 4050-344 Porto Telef.: 226 094 805 Livraria Nunes Avenida da Boavista, 887 4100-128 Porto Telef.: 226 002 469 UNICEPE Praça de Carlos Alberto, 128 - A 4050-159 Porto Telef.: 222 056 660 * mais informação aqui

Convite - Henrique Pedro

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O autor, Henrique Pedro , e a Temas Originais têm o prazer de o convidar a estar presente na sessão de lançamento do livro “ Angústia, Razão e Nada ” a ter lugar no Ateneu Comercial do Porto, sito na Rua Passos Manuel, 44, Porto, no próximo dia 19 de Setembro, pelas 16:00. Obra e autor serão apresentados pelo poeta Xavier Zarco. Saiba mais em: http://www.temas-originais.pt/

Convite

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É já na próxima sexta-feira, dia 11 de Setembro, pelas 22:00 na Tertúlia Castelense .

Anibal Beça (1946-2009)

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Anibal Beça, nascido a 13 de Setembro de 1946, faleceu hoje, 25 de Agosto de 2009 ANIBAL BEÇA é o nome literário de ANIBAL AUGUSTO FERRO DE MADUREIRA BEÇA NETO, poeta, tradutor, compositor, teatrólogo e jornalista, nasceu em Manaus, na Amazônia brasileira, em 13 de setembro de 1946. Trabalhou como repórter, redator e editor, em todos os jornais de Manaus. Foi diretor de produção da TV Cultura do Amazonas, Conselheiro de Cultura, consultor da Secretaria de Cultura do Amazonas. Vice-presidente da UBE-AM União Brasileira de Escritores, presidente da ONG “Gens da Selva”, onde atualmente exerce o cargo de vice-presidente, bem como de presidente do Sindicato de Escritores do Estado do Amazonas e presidente do Conselho Municipal de Cultura;.é membro da Academia Amazonense de Letras. Neste ano de 2009, completa 43 anos de atividade literária e 45 de atuação na música popular, tendo vencido inúmeros festivais de MPB por todo o Brasil. Em 1994 recebeu o Prêmio Nacional Nestlé, em sua sexta versã...

25 - Massarelos

Está uma chuvinha tão miúda que não cai; rodopia ao sabor de um vento ainda inútil, incapaz de incomodar uma folha por mais minúscula ou desacertar nem que seja um pouco mais o já desacertado voo de uma borboleta se as houvesse por aqui. Um velho ao meu lado tosse com um esforço arrastado e escarra sem parar num lenço que nem me atrevo a olhar; o motorista enfadado tem ambas as mãos cerradas a apoiar o queixo, cotovelos nas coxas. - Nem imagina o que vão fazer no terreno da antiga fábrica da sardinha! O Canário no livro à minha espera e o motorista a fingir - Pois é; a Bininha já falou nisso. - Já viu?? Então ... O Canário a desistir e deixar-me ouvir ... como é que se autoriza uma coisa assim? Doze andares? Doze?!? Diz que lá para o Natal do ano que vem estará pronto, cheio de gente nova, e velha, gente com dinheiro pois claro. E os que cá estavam cá estarão caladinhos como ratos, que são piores que ratos, cá mais p'ra trás a ver o rio por um canudo. Vota a gente p'ra isto. Ap...

Páginas inesquecíveis

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Extracto de “O chão que ela pisa” de Salman Rushdie «A honestidade na vida não é a melhor política. Só, talvez, na arte. A morte não é a única partida e, no meu novo papel de fotógrafo de partidas, desejava documentar algumas partidas mais quotidianas. No aeroporto, espiando o desgosto das despedidas, eu buscava o único rosto sério no meio da chorosa multidão. À saída dos cinemas estudava os rostos daqueles que saíam dos seus sonhos para a dura realidade, com os olhos ainda cheios de ilusões. Procurei encontrar histórias e mistérios nas idas e vindas nos átrios dos grandes hotéis. A partir de certa altura deixei de perceber porque é que fazia tais coisas e foi a partir daí, creio eu, que as fotografias começaram a ser melhores, porque deixaram de ser a meu respeito. Tinha aprendido o segredo de me tornar invisível e de desaparecer no meu trabalho.»

Páginas inesquecíveis

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Extracto de “Mulher em branco” de Rodrigo Guedes de Carvalho «A mãe há-de desculpar-me, se é que estas coisas se desculpam, eu não ter estado presente na sua morte. Mas se quer saber há uma outra coisa pior que quero que me desculpe. Que gostaria que me desculpasse. Quando a mãe morreu, eu fiquei na mesma. É certo que não estive presente porque o pai não me chamou, o pai não me avisou, nem a mim nem ao Paulo, como tanto lhe pediu, certamente estará recordada. O pai afinal não nos telefonou coisa nenhuma, como lhe garantia a sussurrar-lhe ao ouvido, para as enfermeiras não escutarem, o pai queria sossego quando visitava o hospital. Andava já encantado lá com a rapariga, que visitava a tia dela mesmo ao seu lado. É até estranho pensar que a mãe morreu quase ao mesmo tempo que a tia dela, libertando as duas, sem o saberem, o casal de pombinhos da prisão dos comas, das macas, dos cheiros, das esperas. E quando a mãe morreu eu fiquei na mesma. Acho que estava no emprego, ou já nem sei se es...

Leituras - A Consciência e o Romance by David Lodge

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A Consciência e o Romance by David Lodge My review rating: 5 of 5 stars David Lodge debruça-se neste livro sobre a forma como a consciência humana é representada nos romances. Para isso recorre a obras de alguns escritores: Charles Dickens , E. M. Forster , Evelyn Waugh , Amis Martin e Kingsley Amis , Henry James , John Updike , Philip Roth e Kierkegaard . Acrescenta ainda uma entrevista que concedeu a propósito do seu Romance Pensamentos Secretos . Lodge deslinda com simplicidade e clareza as várias técnicas que cada um daqueles escritores (e ele próprio) usou para representar a consciência humana. Sendo um romancista consagrado mas também um crítico literário e um académico respeitado, não deixa pois de ser surpreendente a humildade com que confessa a sua admiração por cada um daqueles autores bem como a abertura com que fala na entrevista sobre a "oficina" onde (como) escreveu o seu Pensamentos Secretos , confessando até um ou outro erro, e desmistificando com toda a h...

Leituras

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História Universal da Destruição dos Livros by Fernando Báez rating: 5 of 5 stars Quatrocentas e tal páginas que nos levam constantemente de uma grande estupefacção a uma estupefacção ainda maior. Desde as tabuinhas sumérias à guerra do Iraque, uma imensa enumeração de catástrofes irremediáveis: ir-re-me-di-á-veis. 12 anos de trabalho, 30 páginas de notas, 40 páginas de referências bibliográficas; um monumento. Estou abismado com a quantidade de vezes que, ao longo da história, o Homem teve de começar tudo de novo e de como poderia "isto", hoje, ser se não tivesse de se desperdiçar essa quantidade imensa de energia. E interrogo-me: quantas pessoas se sentirão deprimidas com esta leitura? View all my reviews.